UL.CUP

UNIVERSIDADE LUSÓFONA – CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PORTO

sobre a instituição

A Universidade Lusófona resulta da integração das Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e a Universidade Lusófona do Porto, dando origem a dois centros universitários (Lisboa e Porto). Os seus objetivos são o ensino, a investigação nos vários domínios da ciência, da cultura e das tecnologias, numa perspetiva interdisciplinar em ordem com o desenvolvimento dos países e povos da língua portuguesa. A história da Universidade Lusófona inicia-se em 1998 com a fusão do ISMAG – Instituto Superior de Matemáticas Aplicadas e Gestão, e o ISHT – Instituto Superior de Humanidades e Tecnologia, ambos fundados em 1989 pela entidade instituidora da Universidade Lusófona, a COFAC – Cooperativa de Formação e Animação Cultural. A Universidade Lusófona é a maior universidade privada em Portugal, sendo a COFAC atualmente a maior organização educativa em Portugal sem fins lucrativos e não financiada pelo Estado no país. 

MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA (MIA)

O Mestrado Integrado em Arquitetura, do Centro Universitário do Porto, foi criado em 2012 com um plano de estudos inovador e com uma equipa transdisciplinar de docentes com experiência reconhecida a coordenar as suas cinco áreas científicas: Projeto, Construção, Urbanística, Desenho e História. Subjacente à filosofia do Curso assume-se que a formação em Arquitetura deve recorrer a conhecimentos das Humanidades, das Ciências Físicas e Sociais, das Tecnologias, das Ciências Ambientais, das Artes Criativas e das Artes Liberais, e o ensino da Arquitetura deve dar particular atenção à cultura arquitectónica. O ensino do Projeto constitui-se como parte predominante no processo de formação dos estudantes em que todas as outras disciplinas curriculares são tanto mais importantes quanto possam contribuir para que o Projeto constitua a síntese dos conhecimentos e das capacidades adquiridas. Para além das matérias curriculares (ou como extensão destas) existem saberes cuja contribuição é da maior importância na competência do Projeto. Também na ligação à prática disciplinar encontramos outras experiências que não são possíveis adquirir, pela sua natureza, na sala de aula. Acredita-se, por isso, que nos cursos de arquitetura as atividades complementares da formação dos estudantes são imprescindíveis, seja através de ciclos de conferências temáticas, palestras em ateliers, visitas de estudo ou viagens.

1º semestre
O programa de Desenho 2.1 desenvolve-se em duas fases, imprescindíveis na preparação das matérias que irão desenvolver-se no semestre seguinte em Desenho 2.2.
1ª Fase – Análise e Levantamento do Lugar Registo gráficos, plásticos e fotográficos no local de intervenção; perceção e representação; proporção e escala; estruturação interna e externa; estrutura, volumetria, superfície e textura; topologia, tipologia, construção e morfologia; tonalidade, cor e luz; expressão e análise de materiais construtivos; relação corpo e espaço: tempo, movimento e ritmo; a utilização da fotografia e de outros dispositivos de captação de imagens.
2ª Fase – Análise e Tratamento das Imagens do Lugar Análise crítica e seleção das imagens do lugar de intervenção; articulação de imagens e fotografia, códigos e sistemas de representação com o intuito de aprofundar e interiorizar as características do lugar de intervenção; otimização dos desenhos por forma a serem utilizados posteriormente na fase da conceção do projeto de arquitetura. 2º semestre O programa de Desenho 2.2 desenvolve-se em duas fases decorrentes do trabalho realizado no semestre anterior em Desenho 2.1.
1ª Fase – A Conceção O ato de criação como descoberta, consciência e saber do corpo; o real e o imaginário; a memória: recordação e esquecimento; a ideia e seu desenvolvimento através de diferentes sistemas de representação; a ideia e seu desenvolvimento como imagem gráfica e plástica; o desenho, colagem, fotomontagem como instrumento de investigação, especulação e concretização do projeto de arquitetura.
2ª Fase – A Comunicação Projeto, desenho e comunicação; do conceber ao comunicar, pensar o desenho como ato de comunicação; composição e comunicação; síntese e comunicação; a articulação de sistemas e modos de desenho na comunicação final do projeto de arquitetura.

contactos

docente coordenador
Pedro MAIA